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Nascido em 1982, casado, pai do Victor Gabriel, cristão, analista de sistemas e um entusiasta da área financeira. Gosto de teologia e história.

quarta-feira, 5 de janeiro de 2011

A suposição é o que nos resta

"E disse: Que me quereis dar, e eu vo-lo entregarei? E eles lhe pesaram trinta moedas de prata"
Mt 26.15

No mercado financeiro diríamos que Judas é um péssimo investidor. Quem diria que o carpinteiro seria aclamado Rei dos Judeus? Desprezado, porém 3 anos depois, sobrevalorizado. Adquirir a visão que uma pedra bruta pode se transformar em uma jóia não é para qualquer um. Esses eventos podem ser obra do acaso ou de intensa procura de especuladores ávidos em fazer fortuna. O futuro não pode ser previsto, mas ele dá indícios.
E é com esses indícios que o mercado trabalha. Quanto mais badalada uma ação, mais carregada de expectativas ela está. Se durante todo mês saem notícias de que o preço do petróleo vai subir, não adianta comprar, pois a ação da Petrobras já estaria precificada com todas essas expectativas. O melhor a fazer é observar ações que não são tão badaladas, pois elas demoram mais pra subir com essas notícias.

Enfim, alguns homens resolveram acompanhar aquele carpinteiro que fazia milagres, creram nele e escreveram a história do cristianismo. Quem consegue enxergar esses indícios, está sempre um passo na frente.

Vou falar de contabilidade no próximo post.


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